Pé Torto Congênito – Tratamento Seguro e Atualizado com Dr. David Nordon

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O Pé Torto Congênito (PTC) é uma deformidade presente desde o nascimento em que o pé fica torcido para dentro e não retorna sozinho à posição correta.

Sem tratamento adequado, o pé torto pode comprometer a marcha e a mobilidade da criança, além de causar dor mas há soluções comprovadas e eficazes quando o caso é tratado por um especialista.

O que é o Pé Torto Congênito?

É uma doença em que a perna e o pé afetado são menores que o normal, e o pé fica virado para dentro, por um defeito do colágeno.

Esse é o chamado pé torto congênito uma condição que não se corrige sozinha e tende a piorar sem intervenção adequada.

Muitas vezes é possível identificar o problema ainda durante a ultrassonografia morfológica, mas o diagnóstico definitivo é feito por um ortopedista pediátrico experiente.

Por que o tratamento precoce faz toda a diferença?

Quanto mais cedo for feito o tratamento do PTC, maior a chance de correção com menos gessos e procedimentos cirúrgicos.

A técnica mais eficaz atualmente é o Método de Ponseti — um protocolo mundialmente reconhecido, que corrige progressivamente a deformidade e minimiza a necessidade de cirurgias invasivas.

Como funciona o tratamento com método de Ponseti?

Gessos progressivos

Realizados semanalmente, por cerca de 5 a 7 semanas

Cada troca corrige mais a posição do pé

Tenotomia do tendão de Aquiles

Pequeno procedimento para corrigir o encurtamento do tendão

Cada troca corrige mais a posição do pé

Órtese de abdução

Após os gessos, a criança usa uma órtese especial (Dennis-Browne)

Inicialmente por 23h/dia, depois de 14 a 16h/dia até os 4 anos

Mantém o pé na posição adequada e reduz em mais de 200x o risco de recidiva (volta da deformidade)

Mesmo se o diagnóstico foi tardio, ainda há solução

Mesmo quando o pé torto é identificado ou tratado mais tarde (quando a criança já anda, ou até mesmo na adolescência), o tratamento pode começar com a técnica de gessos e ser ajustado conforme necessário.


Nesses casos, pode ser que sejam indicados procedimentos complementares, mas ainda assim o resultado é excelente.

Resultados e Expectativas Reais

É importante compreender que o pé torto, mesmo adequadamente tratado, nunca fica “normal 100%”, como um pé que nunca foi afetado.


Pode haver diferenças, como perna e pé ligeiramente menores ou mais finos, mas isso não impede que a criança ande, brinque e desenvolva uma vida plenamente funcional.

Por que escolher o Dr. David Nordon?

Dr. David Nordon é ortopedista pediátrico experiente, com formação sólida e foco em tratamentos infantis complexos. Fez residência e doutorado pela USP, onde atua também como médico voluntário, um centro de tratamento reconhecido pela própria equipe do Ponseti como referência no Brasil.

Desenvolveu também a órtese Nordon-Luzo, uma órtese para pé torto que não imobiliza as duas pernas com uma barra. Seu conhecimento e abordagem cuidadosa garantem que cada caso seja avaliado de forma personalizada, priorizando a melhor função possível e o desenvolvimento adequado da criança.

O que os pais precisam saber agora

Se você percebe que seu filho apresenta pés voltados para dentro ou recebeu um diagnóstico de pé torto congênito:

Não deixe para depois — o tratamento precoce aumenta significativamente as chances de sucesso

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É uma deformidade presente desde o nascimento, em que o pé fica virado para dentro e para baixo.
Não se corrige sozinho e tende a piorar sem tratamento adequado.
O acompanhamento com ortopedista pediátrico é essencial desde cedo.

O tratamento não “elimina” a condição, mas corrige a deformidade de forma funcional.
Com acompanhamento correto, a criança pode andar, correr e viver normalmente.
O objetivo é devolver função, estabilidade e qualidade de vida.

A causa exata ainda não é totalmente conhecida.
Fatores genéticos e alterações no desenvolvimento intrauterino estão envolvidos.
Não está relacionado a erro dos pais durante a gestação.

 O método de Ponseti é o padrão ouro no mundo para o tratamento do PTC.
Ele utiliza gessos seriados, pequena tenotomia e uso de órtese.
É eficaz, seguro e reduz drasticamente a necessidade de cirurgias maiores.

Sim. Quanto mais cedo o tratamento é iniciado, melhores são os resultados.
O ideal é começar nas primeiras semanas de vida.
Isso facilita a correção e diminui riscos de procedimentos mais complexos.

 Na maioria dos casos, não há necessidade de cirurgias invasivas.
Pode ser indicada apenas uma pequena tenotomia do tendão de Aquiles, em 90% dos casos.
Casos mais tardios podem exigir abordagens complementares.

 Sim. A órtese é fundamental para manter o resultado do tratamento.
O uso inadequado aumenta muito o risco de recidiva da deformidade.
Ela faz parte do sucesso a longo prazo do método de Ponseti.

 Pode acontecer se a órtese não for usada conforme orientação médica.
Por isso, o acompanhamento contínuo é indispensável.
Seguir corretamente o protocolo reduz drasticamente esse risco.

O pé pode apresentar pequenas diferenças estéticas ou de tamanho.
Isso não compromete a função nem a qualidade de vida da criança.
A maioria das crianças leva uma vida completamente ativa.

 Assim que houver suspeita ou diagnóstico de pé torto congênito.
Quanto antes o especialista avaliar, maiores são as chances de sucesso.
O tempo é um fator decisivo no tratamento do PTC.

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